Vice-governadora abre o Salão de Artesanato e destaca sua importância para economia da Paraíba



 A vice-governadora Lígia Feliciano abriu, ontem (18), a 26ª edição do Salão de Artesanato da Paraíba, em Campina Grande. O secretário de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Lindolfo Pires, o senador Raimundo Lira, deputados estaduais e o deputado federal Damião Feliciano prestigiaram o evento, que ocorrerá até o dia 2 de julho. O tema desta edição é “Das águas que renovam a esperança nasce o desenvolvimento”. A realização é do Governo do Estado por meio da Secretaria do Turismo e Desenvolvimento Econômico/Programa do Artesanato da Paraíba.

Na ocasião, a vice-governadora destacou a importância do Salão de Artesanato para a economia e a cultura paraibana. “É um evento que se consolida a cada edição, dando visibilidade ao nosso artesão, movimentando a economia do Estado e estimulando a nossa cultura, as nossas raízes”, disse. “O evento é realizado duas vezes ao ano, o que mostra a sensibilidade do Governo do Estado em investir num setor tão importante em vários aspectos”, prosseguiu.

Já para o secretário do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Lindolfo Pires, a movimentação por conta das festividades juninas de Campina Grande aumenta a expectativa para o sucesso do Salão de Artesanato. “É um evento que traduz o esforço do Governo do Estado em realizá-lo pelo menos duas vezes ao ano. As expectativas são as melhores possíveis por conta da organização do evento e também a realização dele durante as festas juninas, tradição aqui em Campina Grande”, destacou.

Para o senador Raimundo Lira, o Salão de Artesanato da Paraíba melhora a cada edição. “Um exemplo que podemos citar é com relação à localização do evento nesta edição. Eu percorri alguns corredores, perguntei aos artesãos se estavam satisfeitos com a localização e todos foram unânimes em mostrar satisfação”, frisou.

Já o deputado Inácio Falcão, que representou a Assembleia Legislativa ao lado dos colegas parlamentares Sérgio Rafael e Ricardo Barbosa, ressaltou a importância do evento para o artesanato paraibano. “É uma vitrine para o artesão paraibano, que tem a oportunidade de mostrar a sua arte, a nossa cultura, incrementando a economia do nosso Estado. É com grande satisfação que a Assembleia Legislativa participa de um momento como este”, afirmou.

Estrutura – De acordo com a gestora do Programa do Artesanato da Paraíba (PAP), Lu Maia, uma das grandes novidades da 26ª edição do Salão de Artesanato da Paraíba é a localização. “Durante 15 dias, os nossos artesãos terão a oportunidade de mostrar a sua arte, a sua cultura próximo ao Parque do Povo, um local de grande movimentação nesse período do ano. A nossa expectativa é que as vendas fiquem em torno de R$ 1 milhão”, ressaltou.

Ao todo, são mais de 950 metros lineares e diversos estandes, contemplando as mais diversas tipologias do artesanato paraibano, a exemplo do osso, pedra, fibra, fios, xilogravura e tecelagem. “Além disso, quem vier ao Salão poderá provar das nossas comidas regionais, ouvir o melhor do forró pé de serra, que vai englobar o xote, o xaxado, o baião, com teatro de bonecos”, acrescentou Lu Maia.

No total, são 333 artesãos envolvidos diretamente com o evento, selecionados por meio de Edital Público de Chamamento. Para oferecer uma melhor diversidade aos visitantes, todas as regiões do Estado foram contempladas, representando 80 cidades paraibanas. A estimativa de público é de, no mínimo, 50 mil visitantes.

Expectativa – Mal as portas do Salão de Artesanato da Paraíba foram abertas e os corredores ficaram lotados. Por isso, boas expectativas não faltam nos artesãos, a exemplo de Maria do Socorro Lima. A artesã de Remígio, Brejo paraibano, irá comercializar brinquedos populares. “Mesmo com essa crise, a edição que aconteceu em João Pessoa me deixou muito satisfeita. Por isso, acho que as vendas aqui em Campina Grande serão ainda melhores”, explicou.

Para dona Maria, que teve contato com o artesanato aos oito anos de idade, a participação no Salão de Artesanato da Paraíba representou ainda mais qualificação. “Tivemos que melhorar cada vez mais as nossas bonequinhas. Isso foi muito bom, já que ganhamos mais reconhecimento e aumento nas vendas”, disse.

A turista de Minas Gerais Maria das Graças Andrade elogiou a estrutura do evento. “Eu já visitei muitas feiras de artesanato pelo Brasil, mas estou encantada com a diversidade que encontrei aqui. São produtos muito bem elaborados, representativos da região. Estando num lugar desses o que desejamos é dinheiro para levar muitas dessas relíquias”, finalizou.

De acordo com a organização do Salão de Artesanato, são beneficiadas mais de 2,5 mil pessoas, já que muitos artesãos representam cooperativas.




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